Juventude Socialista do Baixo Alentejo defende nacionalização dos CTT

Juventude Socialista do Baixo Alentejo defende nacionalização dos CTT

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Os jovens socialistas advogam pela nacionalização dos CTT que, no Alentejo, já viram encerrar ou entregue a privados parte das suas estações.

 

Numa posição conjunta com a Federação do Baixo Alentejo, Algarve, Setúbal, Évora e Viseu, estes jovens condenam a degradação do serviço postal, lembram que em 2013 só dois concelhos não tinham posto de correios e em 2019, a serem implementadas as mais recentes medidas, 43 concelhos não terão qualquer posto.

 

Luís Martins, o Presidente da Federação da Juventude Socialista no Baixo Alentejo considera esta política mais um ataque às populações do interior.

 

A privatização dos CTT esteve sempre envolta em polémica, com a ANACOM a ter de intervir várias vezes ao longo do último ano. Numa privatização feita a partir da dispersão do capital da empresa em bolsa, a antiga empresa pública, com quase 500 anos de história, passou assim para as mãos de titulares dispersos e anónimos.

 

A estratégia seguida pela gestão privada dos correios tem em vista a liquidação do património para a obtenção de dividendos, pondo em causa a atividade futura de um bom serviço postal.

 

Para além disso, na 25ª hora do anterior governo, foi atribuída uma licença bancária aos CTT facto que impede a sua nacionalização à luz das normas europeias.

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